BNDES lança seleção para projetos-piloto de internet das coisas.

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações (MCTIC) lançaram dia 14/06, chamada para seleção de projetos piloto de Internet das Coisas (IoT). O orçamento total para projetos é de R$ 20 milhões, com o uso de recursos não reembolsáveis.

 

As iniciativas serão testadas em plataformas de experimentação e/ou ambientes reais. As propostas devem ser submetidas ao BNDES até 31 de agosto. E deverão prever aplicação de recursos financeiros como contrapartida. O BNDES apoiará até 50% do custo de cada iniciativa selecionada. O valor mínimo do apoio do banco a cada plano de projetos pilotos será de R$ 1 milhão.

 

Poderão ser apoiadas soluções executadas por instituições tecnológicas públicas ou privadas sem fins lucrativos, com foco nos seguintes ambientes: cidades inteligentes, ambiente rural e saúde.

 

A instituição espera começar a liberar até o fim do ano os R$ 20 milhões não reembolsáveis voltados para projetos piloto, disse o superintendente do banco, Julio Raimundo. Além dos recursos não reembolsáveis, o BNDES está estruturando uma nova linha de crédito voltada para empresas do setor de IoT.

 

Segundo o presidente do banco, Dyogo Oliveira, a expectativa é que a chamada movimente investimentos de, no mínimo, R$ 40 milhões considerando os recursos não reembolsáveis e as contrapartidas das empresas envolvidas nos projetos.

 

Dyogo explicou que intenção é atrair parcerias e consórcios entre usuários (municípios e hospitais, por exemplo), instituições de tecnologia e empresas privadas e estimular a inserção de startups e fornecedores locais de tecnologia.

 

“Antigamente as tecnologias tinham impacto de um século. Hoje vivemos um momento diferente de desenvolvimento tecnológico. As tecnologias têm um impacto muito menos duradouro e as inovações são muito mais rápidas. [A Internet das coisas] será a tecnologia com maior impacto na vida das pessoas nas próximas décadas”, disse Dyogo.

 

Fonte: Jornal Valor Econômico.

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