Série TRANSIÇÃO DE PODER: Governo em construção.

 

Governo em construção: ministério;

 

Uma das promessas de campanha de Jair Bolsonaro era o estabelecimento de um ministério enxuto e composto majoritariamente por nomes de perfil técnico. Por ora, ele vem cumprindo a palavra.

 

A princípio, o primeiro escalão do governo eleito pode ser dividido em três grupos – os superministérios, os ministérios fortes e os de porte normal. Vamos a eles.

 

São dois os superministérios, Economia e Justiça. Ambos irão dispor de muito poder e terão à frente nomes de peso na sociedade.

 

O ministério da Economia, que terá Paulo Guedes no comando, resulta da fusão das pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio.

 

Ao se analisar esse desenho vem à mente a forte pasta coordenada pela economista Zélia Cardoso de Mello, durante o governo Collor. No entanto, há riscos nessa concentração de poderes nas mãos de Guedes.

 

Dadas as características da nova pasta, uma eventual demissão de Paulo Guedes teria elevado custo político para Bolsonaro. Some-se a isso a personalidade forte do titular do ministério e o quadro estará completo. Questões técnicas relativas às competências  da pasta também se colocam – por exemplo, como funcionará a partir de agora o Conselho Monetário Nacional, integrado por Fazenda, Planejamento e Banco Central?

 

O superministério terá direito a dois votos no colegiado?

 

 

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